Perder peso é exigência de empresa de companhia aérea

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Perder peso e mantê-lo, para ter boa forma e apresentação pessoal saudável também é importante. Não basta só ter um currículo atraente em habilidades.

Perder peso, melhor, emagrecer (sim, porque trata-se de coisas diferentes) é um item importante no currículo nos dias de hoje.

As empresas estão de olho na questão porque influi muito no cotidiano. Um funcionário acima do peso pode ser, a longo prazo prejuízo pois gera faltas (por doenças), indisposição e baixa produtividade.

Estar em boa forma é, portanto, avaliado pelas empresas como positivo, assim como ter bons conhecimentos.

Algumas afirmam que é pela saúde e para o funcionário desenvolver um bom trabalho, como é o caso da Companhia aérea Pakistan International Airlines.

De acordo com o porta-voz da PIA, Mashood Tajwar, “é uma medida rotineira. Há índices de peso por altura e sexo. Se os tripulantes superarem o peso estipulado, são deixados em terra durante 30 dias para que emagreçam”. Se eles se mantiverem em forma, evitam doenças como diabetes e similares”, acrescentou.

As comissárias de bordo recebem um prazo de 30 dias  para emagrecer e retomar as atividades no ar, caso contrário, permanecem nas atividades em terra.

 

Outras experiências

Algumas empresas já adotaram uma mentalidade que estimula e orienta seus funcionários a ser sua melhor versão, buscando uma vida mais ativa e saudável. Oferece oportunidade aos funcionários como por exemplo, academias nas suas dependências, ginástica laboral entre outras coisas.

Eu mesma já trabalhei em uma empresa sensacional, a Natura ( e olha que já faz um tempo isso, mais de dez anos), que lá atrás já começava a implementar ações que buscavam o bem estar dos seus funcionários. Mas uma coisa é certa, não podemos ficar na dependência de ações externas para mudar nossos hábitos e conquistar qualidade de vida. A vitória é pessoal, depende de nossa decisão e deve ser conquistada, dia após dia.

 

Qualidade de vida nas empresas sim, mas elas não são as únicas responsáveis por um resultado que depende mais de cada um.

Veja no link abaixo o posicionamento de um funcionário que ainda não desenvolveu a autoresponsabilidade.

http://www.conjur.com.br/2017-mai-24/obesidade-habitos-vida-ruins-nao-culpa-empresa-tst

 

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